Como voltar à maravilhar-se com autômatos: “A Invenção de Hugo Cabret”

Só não me considero cinéfilo de carteirinha, porque as vezes “me curo” desse “delicioso vício”, mas sempre que alguns filmes como “A filha do mal” justificam minha distância dos cinemas surgem verdadeiras pérolas que me trazem novamente toda a magia da telona. Martin Scorsese prova mais uma vez que somos capazes de sonhar, de trazer o improvável, o inusitado e o infantil para nossa realidade de uma forma simples, forte e revigorante. Sim, a chegada do trem na estação pode ainda nos fazer sair da frente da tela com medo de sermos atropelados. Sim, ainda podemos nos maravilhar com os autômatos. Sim, assim como  Isabelle ainda podemos queremos viver uma grande aventura. Se é um filme infantil, óbvio, direcionado, isso deixo para a crítica especializada, para mim foi um filme que carimba mais uma estrela em minha carteirinha, um tanto quanto surrada, de cinéfilo. Pronto voltei a ser cinéfilo.

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